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Como se proteger do golpe do Pix e do falso advogado?

O Pix, meio de pagamento do Banco Central do Brasil (BCB) lançado em novembro de 2020, rapidamente se tornou o queridinho dos brasileiros. Em 2025, o BCB registrou R$ 35,36 trilhões em transferências via Pix, um recorde absoluto. O volume de valores transferidos cresceu 33,6% em relação a 2024, quando as movimentações totalizaram R$ 26,46 trilhões.

Com o crescimento explosivo do Pix, também aumentou a necessidade de aprimorar os mecanismos de segurança da ferramenta. Só em 2024, por exemplo, o BC registrou R$ 6,5 bilhões em perdas por fraudes via Pix, um aumento de 80% em relação ao ano anterior. Esses números mostram que, quanto mais popular a ferramenta, mais os criminosos buscam explorar a rapidez e a praticidade das transações digitais.

Nesse sentido, a segurança financeira é um trabalho em equipe. De um lado, a Delfinance monitora suas transações 24 horas por dia; do outro, você precisa saber identificar sinais de perigo. Hoje, vamos explicar como funcionam os golpes mais comuns e quais práticas ajudam a se proteger.

Golpe do Pix: como funciona

O golpe do Pix se apresenta de várias formas, mas geralmente começa com mensagens ou ligações falsas em que o criminoso se passa por um banco ou instituição financeira. Ele tenta convencer a vítima de que há algo errado na conta e exige um Pix para “corrigir” a situação.

Algumas táticas usadas incluem:

  • Phishing: envio de mensagens ou e-mails que imitam comunicação oficial do banco, pedindo que você registre suas chaves Pix (CPF, telefone ou e-mail) em sites falsos.
  • Malware: links ou apps que, quando instalados, permitem que o criminoso acesse suas informações e até realize transações sem que você perceba.
  • Promoções falsas: lojas e grandes varejistas são usadas como isca. Apenas após realizar o pagamento via Pix a vítima percebe que foi enganada.

Outro golpe que tem se tornado recorrente é o chamado “Pix errado”. Nessa prática, o criminoso realiza uma transferência para a conta da vítima e, logo em seguida, entra em contato alegando que o envio foi um engano. Com um discurso convincente e apelo à urgência, ele tenta induzir a devolução imediata do valor.

O ponto de atenção é que, paralelamente, o fraudador pode acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta instituída pelo Banco Central no âmbito do Pix para viabilizar a restituição de valores em casos de fraude. Se houver uma nova transferência para “devolver” o dinheiro e, ao mesmo tempo, o golpista registrar o MED, existe o risco de que ele receba duas vezes: pela devolução direta e pelo procedimento formal do sistema financeiro.

É fundamental distinguir as situações:

  • No golpe do Pix (quando a vítima é induzida a realizar a transferência): ocorre quando a própria pessoa envia o valor ao criminoso, acreditando estar efetuando um pagamento legítimo, seja por um produto, serviço ou solicitação fraudulenta. Nesse caso, as medidas essenciais são solicitar imediatamente o MED pelo aplicativo da Instituição Financeira e registrar o Boletim de Ocorrência, documento indispensável para formalizar o crime e subsidiar as investigações.
  • No golpe do “Pix errado” (quando o valor é recebido indevidamente): não se deve realizar uma nova transferência. A devolução deve ser feita exclusivamente pela transação recebida, acessando o comprovante no aplicativo e selecionando a opção “devolver” ou “devolução”. Dessa forma, o valor retornará pelo mesmo canal em que entrou, dentro do sistema do Pix, evitando pagamento em duplicidade.

Em ambos os casos, agir com rapidez e utilizar apenas os mecanismos oficiais disponíveis no aplicativo da sua Instituição Financeira é essencial para reduzir prejuízos. Informação, cautela e procedimento correto são as principais formas de prevenção.

Saiba mais sobre o MED

Vale lembrar que, a Delfinance não entra em contato direto com você fora dos canais oficiais e nunca pedirá informações sensíveis, como senhas ou códigos de autenticação, por mensagens, redes sociais ou aplicativos de terceiros. Caso receba qualquer tentativa suspeita, você pode reportar a situação diretamente pelo nosso Canal de Denúncias, ajudando a proteger você e outros clientes.

Golpe do falso advogado

Outro golpe muito comum mira pessoas com processos judiciais. O criminoso se passa por advogado ou representante de tribunal e afirma que você tem um valor a receber, mas exige um Pix para liberar o pagamento.

É importante reforçar: advogados e tribunais nunca pedem Pix para liberar valores de processos. Nunca use o número de WhatsApp que entrou em contato primeiro. Ligue sempre para o telefone oficial do escritório ou tribunal contratado para confirmar qualquer solicitação.

Como identificar sinais de alerta

Fique atento a situações suspeitas: mensagens urgentes de perfis desconhecidos, pedidos de Pix relacionados a processos judiciais e promessas de dinheiro que “dobra em minutos”.

Se algo se encaixa nesses casos, é golpe. Bloqueie a mensagem, confirme pelos canais oficiais e não envie nenhum valor sem ter certeza.

Por que estamos compartilhando isso?

Como instituição financeira autorizada pelo Banco Central, a Delfinance tem o dever de informar e proteger você. A educação digital é a melhor ferramenta contra o crime. Conhecendo os sinais de alerta e adotando práticas simples, você pode navegar no mundo digital com segurança e confiança.

Este conteúdo reforça o compromisso da Delfinance em garantir que você tenha controle sobre suas finanças. Saiba mais sobre nossos serviços, iniciativas e a trajetória da nossa instituição aqui.

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Como se proteger do golpe do Pix e do falso advogado?

O Pix, meio de pagamento do Banco Central do Brasil (BCB) lançado em novembro de 2020, rapidamente se tornou o queridinho dos brasileiros. Em 2025, o BCB registrou R$ 35,36 trilhões em transferências via Pix, um recorde absoluto. O volume de valores transferidos cresceu 33,6% em relação a 2024, quando as movimentações totalizaram R$ 26,46 trilhões.

Com o crescimento explosivo do Pix, também aumentou a necessidade de aprimorar os mecanismos de segurança da ferramenta. Só em 2024, por exemplo, o BC registrou R$ 6,5 bilhões em perdas por fraudes via Pix, um aumento de 80% em relação ao ano anterior. Esses números mostram que, quanto mais popular a ferramenta, mais os criminosos buscam explorar a rapidez e a praticidade das transações digitais.

Nesse sentido, a segurança financeira é um trabalho em equipe. De um lado, a Delfinance monitora suas transações 24 horas por dia; do outro, você precisa saber identificar sinais de perigo. Hoje, vamos explicar como funcionam os golpes mais comuns e quais práticas ajudam a se proteger.

Golpe do Pix: como funciona

O golpe do Pix se apresenta de várias formas, mas geralmente começa com mensagens ou ligações falsas em que o criminoso se passa por um banco ou instituição financeira. Ele tenta convencer a vítima de que há algo errado na conta e exige um Pix para “corrigir” a situação.

Algumas táticas usadas incluem:

  • Phishing: envio de mensagens ou e-mails que imitam comunicação oficial do banco, pedindo que você registre suas chaves Pix (CPF, telefone ou e-mail) em sites falsos.
  • Malware: links ou apps que, quando instalados, permitem que o criminoso acesse suas informações e até realize transações sem que você perceba.
  • Promoções falsas: lojas e grandes varejistas são usadas como isca. Apenas após realizar o pagamento via Pix a vítima percebe que foi enganada.

Outro golpe que tem se tornado recorrente é o chamado “Pix errado”. Nessa prática, o criminoso realiza uma transferência para a conta da vítima e, logo em seguida, entra em contato alegando que o envio foi um engano. Com um discurso convincente e apelo à urgência, ele tenta induzir a devolução imediata do valor.

O ponto de atenção é que, paralelamente, o fraudador pode acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta instituída pelo Banco Central no âmbito do Pix para viabilizar a restituição de valores em casos de fraude. Se houver uma nova transferência para “devolver” o dinheiro e, ao mesmo tempo, o golpista registrar o MED, existe o risco de que ele receba duas vezes: pela devolução direta e pelo procedimento formal do sistema financeiro.

É fundamental distinguir as situações:

  • No golpe do Pix (quando a vítima é induzida a realizar a transferência): ocorre quando a própria pessoa envia o valor ao criminoso, acreditando estar efetuando um pagamento legítimo, seja por um produto, serviço ou solicitação fraudulenta. Nesse caso, as medidas essenciais são solicitar imediatamente o MED pelo aplicativo da Instituição Financeira e registrar o Boletim de Ocorrência, documento indispensável para formalizar o crime e subsidiar as investigações.
  • No golpe do “Pix errado” (quando o valor é recebido indevidamente): não se deve realizar uma nova transferência. A devolução deve ser feita exclusivamente pela transação recebida, acessando o comprovante no aplicativo e selecionando a opção “devolver” ou “devolução”. Dessa forma, o valor retornará pelo mesmo canal em que entrou, dentro do sistema do Pix, evitando pagamento em duplicidade.

Em ambos os casos, agir com rapidez e utilizar apenas os mecanismos oficiais disponíveis no aplicativo da sua Instituição Financeira é essencial para reduzir prejuízos. Informação, cautela e procedimento correto são as principais formas de prevenção.

Saiba mais sobre o MED

Vale lembrar que, a Delfinance não entra em contato direto com você fora dos canais oficiais e nunca pedirá informações sensíveis, como senhas ou códigos de autenticação, por mensagens, redes sociais ou aplicativos de terceiros. Caso receba qualquer tentativa suspeita, você pode reportar a situação diretamente pelo nosso Canal de Denúncias, ajudando a proteger você e outros clientes.

Golpe do falso advogado

Outro golpe muito comum mira pessoas com processos judiciais. O criminoso se passa por advogado ou representante de tribunal e afirma que você tem um valor a receber, mas exige um Pix para liberar o pagamento.

É importante reforçar: advogados e tribunais nunca pedem Pix para liberar valores de processos. Nunca use o número de WhatsApp que entrou em contato primeiro. Ligue sempre para o telefone oficial do escritório ou tribunal contratado para confirmar qualquer solicitação.

Como identificar sinais de alerta

Fique atento a situações suspeitas: mensagens urgentes de perfis desconhecidos, pedidos de Pix relacionados a processos judiciais e promessas de dinheiro que “dobra em minutos”.

Se algo se encaixa nesses casos, é golpe. Bloqueie a mensagem, confirme pelos canais oficiais e não envie nenhum valor sem ter certeza.

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Como instituição financeira autorizada pelo Banco Central, a Delfinance tem o dever de informar e proteger você. A educação digital é a melhor ferramenta contra o crime. Conhecendo os sinais de alerta e adotando práticas simples, você pode navegar no mundo digital com segurança e confiança.

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